Zhong Nanshan, especialista en enfermedades respiratorias y jefe de un grupo de expertos de la Comisión Nacional de Salud de China
Rubén Luengas, periodista mui afamado, desde México en su sitio habla:
http://bit.ly/2J3Ty7X
“No hay evidencias de que coronavirus se originó en Wuhan”: Médico chino"
El experto, que también dirigió a los trabajadores sanitarios chinos al síndrome respiratorio agudo grave (SARS, por sus siglas en inglés) en 2003, ha enfatizado la necesidad de evitar “llegar a una conclusión sin que se aclaren los hechos”.
Un experto señala la falta de evidencia para demostrar que el origen de la pandemia del coronavirus, denominado COVID-19, es la ciudad china de Wuhan.
“La epidemia del COVID-19 estalló en Wuhan, China, pero no significa que la enfermedad se originó en Wuhan. No tenemos evidencia. Este es una cuestión de la ciencia”, ha dicho este miércoles el especialista respiratorio chino Zhong Nanshan, en una conferencia de prensa.
Zhong, jefe de un grupo de expertos de la Comisión Nacional de Salud de China, ha indicado que el origen de los brotes solo se puede descubrir después de una investigación adecuada. Es muy temprano para sacar conclusión, ha añadido.
El experto, que también dirigió a los trabajadores sanitarios chinos al síndrome respiratorio agudo grave (SARS, por sus siglas en inglés) en 2003, ha enfatizado la necesidad de evitar “llegar a una conclusión sin que se aclaren los hechos”.
“Eventualmente podemos determinar la cuestión a través de los enfoques de la evolución en biología molecular. Pero aún no se ha determinado”, ha dado a saber.
El nuevo coronavirus ya ha dejado más de 200 000 casos de contagio en más de un centenar de países del mundo. La cifra global de decesos supera los 8000.
Pese a que a finales de diciembre pasado comenzó el nuevo coronavirus en la ciudad china de Wuhan, el origen del brote del virus aún permanece un enigma.
Varios especialistas y observadores plantean la posibilidad de que EU haya creado el temido virus. Al respecto Philip Giraldi, exfuncionario de la Agencia Central de Inteligencia (CIA, por sus siglas en inglés) de EU opina que el coronavirus es resultado de una colaboración entre EE.UU. e Israel como un arma de guerra biológica para dañar a China e Irán.
Entre tanto, varios políticos y expertos han advertido del peligro que suponen los laboratorios biológicos secretos que ha establecido EU en países como Georgia, Kazajistán y Ucrania.
O VÍRUS SOMOS NÓS,O CORPO A NATUREZA UNA,O CORONA EXISTE HÁ MUITO TEMPO, AGORA HÁ UM NOVO CÂMBIO,TRANSFORMAÇÃO.IRONICAMENTE A QUARENTENA NOS FARÁ PENSAR: SOMOS UNO.O CAPITALISMO NOS AFETOU ENGANANDO-NOS,MALTRATANDO-NOS E TENTANDO NOS MATAR.O VÍRUS VEIO E VEM PARA FICAR COMO A GRIPE.O VIRUS É CÉLULA COMO OUTRAS QUE NOS COMPÕE.
DICAS PARA ESTAR COM VOCÊ E OUTROS:
-veja seu espaço como nunca viu, olhe-o atentamente,sente-se onde nunca sentou.observe.
-faça coisas que nunca fez ou não pode fazer como: deitar na rede, pular cordas, ver a vida: tão fina,frágil e única para o sentido de estar vivo.
-leia o livro que comprou e não leu;não precisa ler sequencialmente,salvo algumas obras, fora isto pule páginas.Reveja seus livros descarte-os doe, ponha no hall do seu prédio com mensagens
-movimente-se -a longue-se
-limpe a casa,pinte-a,sempre com máscara ou improvise-a decore-a, cor é fundamental
-contenha-se ao comer, mas coma
bem e de modo equilibrado
-leia,jogue cartas,baralho novo
-cuidado com sapatos-reserve um
para fora de casa e deixe-o na área de serviço, outro para circulação interior da casa,apto.Aproveite e limpe aqueles sapatos com cânfora
-use sabão,desinfetante para alguns
sapatos-solado- reserve um tapete para por sapatos que usou na rua
-libere sua
criação-escreva,pinte, borde...
-aproveite limpe seu pc - email
-faxina nos guarda roupas
-limpe os portais,janelas,maçanetas,rodapés,etc.mesmo
com álcool de baixa granulação ou outro produto,prefira coisas naturais
-dispense ,mesmo pagando sua
empregada e ou sua faxieira.seja justo!APROVEITE E PONDERE,VEJA O QUANTO ELA FAZ,OU,ÁS VEZES O QUÊ NÃO ENCHERGA.
-fale com seus vizinhos,sempre
e com cuidados preventivos
-não esqueça seus velhos pais e outros amigos,ajude-os
-seja solidário
-mantenha ar em circulação
-cuide de suas plantas,animais
-renove a decoração, mude os
móveis de lugar,tire o pó
-capriche no banheiro-use água sanitária-box
e vaso-sempre com luvas
-se acompanhado ou não faça
sexo com cuidado,evite dedos boca,seja criativo,pode-se estimular só pelo
visual, não é
? Você sabe como fazê-lo
de modo seguro
-jogue games, veja seus filmes
bacanas,ouça suas músicas e inspire-se escreva aquilo que vem adiando
-arrume seus papeis,documentos
-faça aquela receita,coma
saudável
-tome seu vinho,a boa
pinga,cerveja,etc...não exagere.
-participe de sua varanda dos
atos políticos,janela,prepare suas caçarolas rsss
-dance,componha,cante,seja um ator-improvise-diga poemas, não tema em ser desajeitado
ou ridículo,faz bem.
-lave seus alimentos sempre -
vinagre,bicarbonato etc.
-medite com boa música- ao seu
gosto
-toque seu instrumento, caso
tenha
-mantenha contatos com seus
amigos digitalmente,seja fraterno
-não exagere no home office, a
empresa não pagará sua conta de energia, nem seu desgaste e poderá explorá-lo
mais AINDA -baixe o consumo de produtos industrializados,pense como o consumo desmedido nos escraviza. -seja seu tempo: o tempo perguntou pro tempo quanto o tempo o tempo tem,ele disse: o tempo tem tanto tempo quanto você em ocasiões como está pode modelá-lo. - a solidão pode nos modelar e muito veja agora como todos somos iguais-somos natureza integrada-não há ser humano aqui e acolá a natureza,somos integrados,SOMOS UNO. -A NATUREZA DÁ RESPOSTAS VEJA AGORA,INTEGRE-SE!
O neofascismo brasileiro se pretende uma neovanguarda do velho fascismo: mais “moderno”, malandro, mascarado. Se de início apenas se insinuava, ou se escondia em perfis fakes de ultraextremistas nas redes sociais, em pouco tempo passa a vazar nas medidas autoritárias do governo e agora transborda em nomeações de chefias militares em todas as esferas do poder público. A cada civil que cai, um militar é nomeado. Ou um pastor. Todos alinhados com a linha dura do Executivo.
O neofascismo brasileiro é um autoritarismo a um passo do totalitarismo e que, por conhecer bem a diferença entre os dois, recua sempre que a sua pulsão totalitária avança. No entanto, a cada grande avanço e pequeno recuo, ocupa mais territórios estratégicos. É guerra. E se há algo em que militares são especialistas é estratégia. Exemplo disso é a recente militarização de escolas públicas: várias aderiram, outras puderam recusar. Afinal, o neofascismo brasileiro não dá golpes com tanques nas ruas nem impõe medidas radicais sem anuência do Legislativo. Ao menos por enquanto. Ao menos até o próximo dia 15 de março, quando uma manifestação da extrema-direita sairá às ruas para protestar contra o Congresso, com o apoio entusiasmado (às vezes aberto às vezes velado) do próprio presidente da República. Ou seja, o Executivo, que já não liga muito para o Judiciário, muito menos para o STF, agora menospreza o Legislativo.
O neofascismo brasileiro flerta com o fundamentalismo. Além de infiltrar militares em cargos importantes, infiltra pastores duvidosos. Não à toa neofascistas se lançam em cruzadas moralistas contra o avanço dos costumes. São (em sua maioria) contra lgbtqs, contra conquistas de mulheres e negros, contra a liberdade de expressão, contra a arte reflexiva, contra a produção de cultura, contra certas religiões (o Núcleo de Atendimento às Vítimas de Intolerância Religiosa acaba de ser criado no Rio de Janeiro para atender vítimas de preconceito, sendo a maioria de religiões de matriz africana). Ah, neofascistas também são contra a educação pública: recentemente o ministro da educação revelou sua intenção de também militarizar as universidades públicas. Quem sobreviver, verá.
O neofascismo brasileiro é, infelizmente, uma ideologia eleita democraticamente pela maioria da população. Isso quer dizer que existe uma maioria neofascista no Brasil consciente do que é, do que quer. Uma gente que deseja voltar aos anos 1960/70, à época da ditadura, quando o Estado não só torturava, prendia, estuprava e matava opositores do regime, como também freava mudanças libertárias com um moralismo de Estado.
Há alguns anos fiz pesquisas exaustivas sobre os anos 1960-70 no Brasil e na França (quando escrevia o romance “Rio-Paris-Rio”) e, chocada, pude perceber que cada revolução de costumes ocorrida em países europeus e nos EUA na época era sufocada pelo governo militar brasileiro. Os hippies que revolucionavam o mundo eram presos nas ruas do Brasil por serem “cabeludos”. Brasileiras eram capachos de homens machistas, enquanto o feminismo em outros países explodia. O governo militar asfixiava a contracultura ao censurar letras de música, peças de teatro, livros e até telenovelas (conteúdos sexuais eram vetados pelo Estado). Ou seja, o totalitarismo passou – e muito – pelo moralismo tout court.
Enquanto isso, em Paris, o Maio de 68 começou exatamente com uma reivindicação na mudança de costumes. Alunos da Universidade de Nanterre se rebelaram contra o moralismo da reitoria, que os impedia de frequentar o dormitório das meninas. Foi o estopim de um megamovimento contra um conservadorismo que no fundo já incomodava aquela juventude. A insatisfação cresceu, pautas se politizaram, e uma manifestação de estudantes burgueses virou uma greve monumental de trabalhadores dos setores mais importantes da economia francesa. A França parou, literalmente. E ao final, trabalhadores obtiveram um aumento de 35% no salário-mínimo. Não foi uma "revolução", mas, no Brasil de hoje, obter 35% de aumento no salário-mínimo oficial seria certamente uma semi-revolução.
O neofascismo brasileiro é violento, repressor e anticonstitucional, mas não sai por aí prendendo cabeludos nas ruas. Pelo contrário, quer moralizar costumes e oficializar práticas neofascistas com o apoio do Judiciário e do Legislativo. O que mais preocupa atualmente é a possível aprovação de cerca de 70 projetos de lei que tornarão a manifestação um direito impossível. Se aprovadas as leis, o ato de bloquear uma rua, ou de usar máscara para se proteger do gás lacrimogêneo da polícia em protestos, constituirá crime. Pior: o Estado poderá monitorar pessoas por meio de suas mensagens privadas em redes sociais, ou por mapeamento genético. Pior ainda: o Estado poderá infiltrar espiões e interceptar conversas telefônicas. Tudo isso sem autorização da Justiça.
O neofascismo brasileiro, se assim continuar, oficializará o terrorismo de Estado. Para isso, já tenta inverter o ponto de vista: tramita no Congresso uma alteração radical na Lei de Terrorismo, com o objetivo de classificar movimentos sociais como “terroristas”. Para piorar, já está no Congresso aquele que é o projeto mais neofascista de todos: isentar de castigos ou processos os policiais e os militares que cometerem crimes durante operações de “garantia da lei e da ordem”. É bom lembrar, em caso de aprovação desses projetos, o Legislativo e o Judiciário (STF incluído) estarão oficialmente alinhados com o neofascismo.
O neofascismo brasileiro é uma epidemia. Neofascistas proliferam feito bactérias e atuam em bandos, sendo que a parcela mais radical se organiza em células nazifascistas. Segundo pesquisa recente da antropóloga Adriana Dias, da Unicamp, existem mais de 300 células formadas por pessoas que se autodeclaram hitleristas e/ou supremacistas-separatistas e/ou ligadas à Ku-Klux-Klan. Integrantes dessas seitas são milhares, brancos, machistas, organizados, muitos filiados a uma rede internacional de simpatizantes do nazismo. Perseguem judeus, negros, deficientes físicos, lgbtqs, defensores de direitos humanos.
O neofascismo brasileiro é composto por neofascistas convictos e neofascistas discretos (os envergonhados, que votaram nesse governo, mas não se acham neofascistas). Todos vibram, aberta ou secretamente, com uma ou várias das cenas a seguir: bandidos mortos pela polícia; feministas reprimidas; lgbtqs espancados; negros assassinados (especialmente a vereadora Marielle); manifestantes surrados pela PM; moradores honestos de favelas no Rio mortos por balas perdidas durante intervenções do exército.
O neofascismo brasileiro se alimenta de fake news que só reforçam suas práticas neofascistas. Mantém assim viva e lamentável sua grande bolha de ódio e preconceito. Recentemente ouvi alguém dizer que cabia a nós, humanistas, defensores dos direitos humanos (la gauche, quoi!), chegar a essas pessoas com informações verdadeiras, com ideais de liberdade-igualdade-fraternidade. Continuo e continuarei a escrever, mas ouvidos neofascistas só ouvem o que querem. Aliás, passei a vida toda escrevendo, informando, tanto nos meus livros quanto (mais recentemente) nas redes sociais. Conclusão: quem se identifica com a defesa dos direitos humanos se identifica com a defesa dos direitos humanos; quem acha que ainda somos macacos ataca direitos humanos porque não se identifica como humano.
O neofascismo brasileiro não é humano. Ao redor observo amigos (artistas, intelectuais, defensores dos direitos humanos em geral etc.) resistirem, muitos à base de antidepressivos e ansiolíticos, tentando dar conta do confronto desigual com neofascistas. Resistem de todas as formas e ainda se autoflagelam porque “não fizemos o suficiente” para barrar o neofascismo. Discordo. Fizemos muito para evitá-lo, e por mais que autocríticas sejam válidas, é difícil lidar com a barbárie. A barbárie muda de cara e de método; às vezes é gritante e totalitária, às vezes dissimulada e semidemocrática. No entanto: barbárie.
O neofascismo brasileiro é uma doença rara para a qual ainda não há cura. Enquanto houver uma maioria de brasileiros ancorados no ódio, no ressentimento e na ignorância, essas três melancolias que andam tão juntas, a barbárie crescerá. Afinal, o governo atual, liderado por um presidente ex-capitão do exército e por um vice-presidente general, representa seus milhões de eleitores que nos conduziram democraticamente ao matadouro.
O neofascismo brasileiro pouco a pouco carcome a Constituição, intimida instituições democráticas e nos aterroriza. Por isso, quando amigos estrangeiros me perguntam por que o povo não está nas ruas se manifestando, a resposta é óbvia. Os brasileiros que não votaram nisso têm medo. Estão aterrorizados. Trabalhadores de baixa renda não têm emprego, ou aceitam trabalhos precarizados, ou calam a boca diante de patrões (muitos neofascistas) para manter seus cargos. Ainda assim, algumas greves recentes (dos petroleiros, de caminhoneiros no Porto de Santos, dos funcionários da Casa da Moeda) chamam atenção para algo que pode, aos poucos, encorpar. Mas esses que aderem às greves também têm medo de perder seus empregos, já que o STF julga greves (a exemplo da mais recente dos petroleiros) como “abusivas e ilegais”, permitindo assim demissões de grevistas por justa causa. Enfim, todo regime autoritário é feito de gente tacanha, violenta e sem escrúpulos. Daí o medo, fundado e legítimo.
O neofascismo brasileiro é um tsunami. Sai arrastando e destruindo tudo – todos – pela frente. Isso porque a vontade de violência se espalha na velocidade do raio. Como lidar com um tsunami? Como lidar com a barbárie sem que para isso nos tornemos uns bárbaros? Não sei a resposta, assim como outras populações inteiras não souberam a resposta a regimes autoritários ao longo da História. Se soubessem, o Holocausto não teria acontecido, tampouco Paris teria se submetido à vergonhosa ocupação nazista.
Só sei é que lgbtqs, feministas, judeus, negros, deficientes físicos, enfim, todos nós, defensores dos direitos humanos, somos milhões e não vamos simplesmente sumir do mapa devido a cruzadas autoritárias e moralistas. Pelo contrário, o mês de março promete: no próximo dia 8 haverá protesto de mulheres contra o governo; no dia 14 manifestação em tributo a Marielle; no dia 18 passeata em defesa da Educação.
A forma como o Estado (a polícia, o Judiciário) vai lidar com esses protestos deve determinar o próximo passo: do autoritarismo para o totalitarismo? À suivre...
(nota da autora: todas as informações contidas nesse texto foram extraídas de matérias publicadas na grande imprensa, não de fake news de fontes duvidosas; na dúvida, dê um google!)
Preciosa esta matéria da BBC- BRASIL , LEIAM ATENTAMENTE
Brasil perdeu 'tempo precioso' e precisa 'agir rápido' na guerra contra coronavírus, diz especialista
https://bbc.in/2Q9kA20
Luis Barrucho - @luisbarruchoDa BBC News Brasil em Londres
O Brasil já perdeu "tempo precioso" no combate à epidemia do coronavírus e deveria agir o "mais rápido possível" para tentar conter o avanço da doença no país.
Essa é a opinião de Paolo Zanotto, virologista com doutorado pela Universidade Oxford. Ele é professor no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP), onde pesquisa vírus emergentes como zika, dengue, chikungunya e febre amarela.
Segundo ele, a antecipação de medidas para conter o contágio, como o distanciamento social, é vital para que o Brasil não passe pela mesma situação que a Itália ou o Irã, onde o sistema de saúde acabou sobrecarregado com o alto número de infectados.
Paolo Zanotto - Sim. É fundamental numa situação que nem essa é fazer o que chamamos de 'achatar a curva' (de crescimento do número de casos). O que os países que tiveram resultado positivo no combate ao coronavírus fizeram foi investir maciçamente em testagem.
Ao mesmo tempo, implementaram o que chamaram de 'intervenção não farmacêutica', que basicamente é distanciamento social, impedindo que as pessoas estudem ou trabalhem juntas. Assim, conseguiram manter a curva de crescimento 'achatada'.
BBC News Brasil - E o que acontece quando essa curva não é achatada?
Zanotto - Imediatamente, a saturação do sistema de saúde, que vai ter que receber, num tempo muito curto, uma quantidade de pessoas muito grande. Ou seja, ele colapsa. Como a sobrevida das pessoas que têm manifestação grave é totalmente dependente da capacidade de leitos de UTI, é possível que a mortalidade cresça, pois camas podem faltar.
O problema principal é, assim, adequar a velocidade de crescimento da doença à capacidade de resposta do sistema de saúde. Se essa curva cresce exponencialmente como temos visto na Itália e no Irã, perdemos o controle. O sistema de saúde colapsa e compromete toda a sociedade.
O impacto passa, assim, a ser diretamente econômico. Porque, mesmo que ainda tenhamos algum tipo de atividade econômica acontecendo, as pessoas que desempenham essa atividade vão estar ou em quarentena ou doentes. Portanto, o problema é muito maior do que a gente pensa. Não podemos tratar essa questão apenas sob o prisma de quantas pessoas vão ficar doentes. O contexto é muito maior.
BBC News Brasil - E qual é esse contexto maior?
Zanotto - O contexto maior envolve a funcionalidade da sociedade. Temos que considerar que essa doença causa 65 vezes mais hospitalização do que a gripe sazonal (influenza). A Lombardia (Itália) tem um dos sistemas de saúde mais avançados da Europa. E, mesmo assim, tiveram um problema enorme. Porque perderam a janela de oportunidades.
Direito de imagemUSPImage captionVirologista com doutorado no Reino Unido e professor da USP, Paolo Zanotto diz que medidas como distanciamento social já deveriam ter sido tomadas
BBC News Brasil - O que o Brasil deveria fazer, então?
Zanotto - Já perdemos tempo precioso. O Brasil deveria ter instituído sistemas de testagens extremamente agressivos e acompanhamento de todos os clusters (focos). Porque, quando há um caso positivo, é preciso correr e testar todo mundo.
Ao monitorar os clusters e isolar os positivos, ainda existe a chance de manter a curva achatada. Na hora que se perde o controle dos clusters, como tem acontecido em vários países, perdemos a guerra. Porque aí os casos começam a acontecer em grande quantidade e temos um grande afluxo de pessoas nos hospitais.
BBC News Brasil - Mas, caso haja a comprovação de transmissão comunitária (quando o vírus passa a circular no território e não se pode mais rastrear a origem), essa batalha já está perdida? O que pode ainda ser feito?
Zanotto - Agir o mais rápido possível. Estudos mostram o impacto na curva de contágio quando se instituem medidas drásticas de contenção em questão de dias. O impacto é enorme. Em vez de ficar nessa situação de inação, a resposta tem que ser exponencial.
O que os gestores não estão entendendo é a importância do tempo. Neste momento, o governo deveria estar tomando medidas como ponto facultativo nas escolas, professores dando aulas remotamente, proibir demissões caso o empregado falte ao trabalho.
Direito de imagemEPAImage captionDistrito Federal suspendeu aulas em escolas e universidades por cinco dias
BBC News Brasil - Mas essas medidas parecem irrealistas no contexto brasileiro...
Zanotto - O distanciamento social só vai poder ser encorajado se houver garantias para as pessoas. Então, as pessoas que trabalham têm que saber que podem faltar ao trabalho e não serem penalizadas. As crianças que podem deveriam ficar em casa.
Os pais que não têm condição enviarão seus filhos às escolas. As crianças mais pobres que precisam das escolas para comer, o Estado deveria arrumar uma maneira de fazer com que essa merenda fosse levada à criança sem ter que ir à escola. O que vai acontecer com o pai ou a mãe? Deveriam ser liberados do trabalho.
BBC News Brasil - Sabemos que existe muita informalidade no mercado de trabalho. Como conter essas pessoas? Se elas ficam em casa e seguem as regras do governo, não têm como sobreviver.
Zanotto - O coronavírus representa um imenso desafio para a nossa sociedade e para os nossos gestores. Em última análise, lança luz sobre o tamanho do Estado. Trabalhamos meses para pagar nossos impostos. Agora, mais do que nunca, veremos se o Estado vai fazer bom uso deles.
Matéria interessante que revela como os povos originários da América Central denominaram suas terras- segundo Al Mayadeen....
Conoce el origen y significado de los nombres de países de América Latina
http://bit.ly/3aPkWT9
Conoce el origen y significado de los nombres de algunos países de la región latinomericana.
Argentina
Debe su nombre a su ubicación geográfica a orillas del Río de la Plata. Proviene de la palabra del Latín "argentum" y la española "argénteo" que significa "plata"
Bolivia
El nombre de este país responde a una derivación del nombre del prócer de la independencia latinoamericana, el militar y político venezolano, Simón Bolívar
Chile
El nombre de Chile podría provenir del mapuche chili que significa «donde acaba la tierra». O bien podría provenir del quechua chiri, que significa frío o nieve
Colombia
Significa "tierra de Colón",como homenaje al explorador y navegante Cristóbal Colón, que encabezó la primera expedición española que llegó a América en 1492.
Brasil
Este país debe su nombre al árbol conocido como "palo Brasil", un árbol tropical que abunda en la región. Cuando los indígenas lo hervían, desprendía un color rojizo parecido al de las brasas.
cuba
Fue bautizada primero por los españoles como Fernandina (en honor al rey Fernando el Católico). Algunas teorías sostienes que el nombre de la isla proviene de los indios siboney significa "montaña".
Otros aseguran que el nombre se debe a la palabra cubanacán, que significa «tierra que está en el medio».
Ecuador
El país fue nombrado así por su ubicación geográfica, justo sobre la línea imaginaria que divide al planeta en hemisferio norte y sur, el ecuador terrestre.
México
En idioma Náhuatl méxico significa «Ombligo de la luna», sin embargo, otras versiones afirman que el país lleva el nombre que los aztecas se habían dado a sí mismos "mexicas", en honor a su dios de la guerra Mexitli.
Perú
Hay al menos dos teorías del nombre de este país. La más difundida sostiene que es por un río al norte de Cusco, virú, y los españoles, al no entender el lenguaje nativo, comenzaron a decir perú, para referirse a la zona. Otras afirman que el nombre se debe al cacique indígena que dominaba la zona antes de la conquista española.
Venezuela
Cuando los conquistadores españoles arribaron al lugar, lo llamaron Venezziola, que significa "pequeña Venecia" en referencia al parecido que tenían las cabañas construidas sobre agua que vieron a su llegada a ese territorio, con la ciudad europea.
Nicaragua
No hay total acuerdo sobre el verdadero significado de la palabra de raíz aborigen, unos afirman que hace alusión al indígena Nicarao. Otros aseguran que el grupo de los nahaos denominaron a esta zona Nicanahuac, que significaba "hasta aquí llegaron los nahoas" y con el paso del tiempo la palabra evolucionó a Nicaragua
Panamá
La versión más aceptada sostiene que la palabra que de nombre al país, significa algo similar a «agua de abundantes peces» o "abundancia de peces". Investigadores afirman que responde al nombre de un árbol llamado panamá que utilizaban los aborígenes para hacer reuniones.
Paraguay
Proviene del guaraní, pero no existe acuerdo sobre su significado. Algunos dicen que Para refiere a "mar", que Gua, "originario de" e y a "agua", es decir, "agua que viene del mar". Otros señalan que el nombre proviene de Paragua ("corona de plumas"), nombre de un cacique que pactó con los españoles.
Uruguay
La palabra proviene de la lengua aborigen guaraní, la explicación más difundida es el que nombre del país significa "río de los pájaros pintados".
Costa Rica
Fue nombrada por el propio Colón en el año 1502 al ver a los nativos con adornos metálicos brillantes, los españoles asumieron que la zona estaría llena de oro y plata.
Honduras
Los españoles nombraron a esta región con una derivación del adjetivo castellano “hondo” por las dificultades que encontraron para desembarcar en sus costas por la gran profundidad del agua.
Guatemala
Deriva de la palabra Quauhtemallan del idioma náhualt, entre los varios significados que responden al vocablo están: "lugar arbolado, acumulación de madera o también tierra de águilas".
El Salvador
Debe su nombre a una villa administrativa que establecieron los españoles llamada San Salvador. Con el tiempo, el nombre fue cambiando hasta llegar al nombre oficial actual.