REDES

domingo, 16 de março de 2025

A atuação das Big Techs e a regulamentação das redes sociais- por icl

 



A PALAVRA E SUAS MUTAÇÕES AO LONGO DO TEMPO.

MUTAÇÕES DA PALAVRA NA MÍDIA

O SIMULACRO DA PALAVRA E A IMAGEM

EM TEMPOS DE WEB A GRANDE REVOLUÇÃO DA PALAVRA  E AS GRANDES BIG TECHS

A POLÍTICA E A PALAVRA VERSUS DEMOCRACIA

A LIBERDADE VIGIADA?

A PALAVRA E A IMAGEM EXISTEM?

LEIAM ABAIXO TEXTO DO ICL NOTÍCIAS

A urgência da regulamentação, casos de fake news na política e um panorama sobre a atuação de grandes empresas na sociedade


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Nos últimos anos, o debate sobre o impacto das Big Techs na democracia tem sido cada vez mais presente. Empresas como Google, Facebook (agora Meta), Amazon, Apple e Microsoft têm um enorme poder sobre a circulação de informações e, consequentemente, sobre os processos democráticos ao redor do mundo.

Porém, a disseminação de fake news, a falta de transparência nos algoritmos e a manipulação da opinião pública são questões que precisam ser cada vez mais debatidas. Entenda um panorama sobre essas empresas, quem são seus donos, como essas influências acontecem e, por fim, se elas devem ou não ser regulamentadas.

O que são Big Techs?

As Big Techs são empresas que dominam o setor de tecnologia e inovação, exercendo grande influência na economia global e na vida cotidiana. Com serviços e plataformas amplamente utilizados, companhias como Apple, Google, Amazon, Microsoft e Meta moldam a forma como as pessoas se comunicam, consomem entretenimento e trabalham.

A ascensão das Big Techs coincide com o aumento significativo do uso de dispositivos móveis, especialmente em países como o Brasil. De acordo com um relatório da consultoria AppAnnie, em 2021, os brasileiros passaram, em média, 5,4 horas por dia em seus celulares, liderando o ranking global ao lado da Indonésia.

Embora essas empresas impulsionem a economia, elas também acumulam um poder de influência sobre a comunidade, o que gera discussões que vão além do impacto no mercado. Não só isso, muitas vezes elas deixam de ser corporações e passam a refletir diretamente a imagem de seus CEOs, especialmente quando estas pessoas decidem ultrapassar os limites do setor digital e se tornarem figuras públicas expressando opiniões – e polêmicas.

O relatório revela que, ao todo, os usuários no Brasil acumularam 193,3 bilhões de horas de uso no celular ao longo de 2021. Imagem: iStock

O relatório revela que, ao todo, os usuários no Brasil acumularam 193,3 bilhões de horas de uso no celular ao longo de 2021. Imagem: iStock

Big Techs e a manipulação das opiniões públicas

A influência das Big Techs sobre a política e a democracia se tornou evidente com o escândalo da Cambridge Analytica, que utilizou dados de usuários do Facebook para influenciar a eleição presidencial dos Estados Unidos em 2018 e o referendo do Brexit no Reino Unido.

No Brasil, episódios semelhantes foram observados, como na eleição de Jair Bolsonaro em 2018 e na disputa pela prefeitura de São Paulo em 2024, na qual o candidato Guilherme Boulos foi alvo de uma campanha sistemática de fake news.

Boulos e Pablo Marçal

É importante relembrar que o que aconteceu na campanha eleitoral de 2024 para a Prefeitura de São Paulo foi um caso clássico – e comprovado – de manipulação das redes sociais para defender uma narrativa equivocada.

Nesta ocasião, Pablo Marçal (PRTB) acusou repetidamente Boulos (PSOL) de uso de drogas, chegando a divulgar um laudo médico falso que alegava uma internação de Boulos por consumo de cocaína. A Justiça Eleitoral reconheceu a falsidade do documento e determinou sua remoção das redes sociais, mas não antes do estrago ser feito.

LEIA MATÉRIA COMPLETA  COM SOM E FOTOS EM:

https://bit.ly/3XUuEOZ

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