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segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Raul Pompeia-HOMOFOBIA E MORTE: O AUTOR QUE FOI DESTRUÍDO PELO PRÓPRIO TALENTO!

 

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A verdade ou ficção solapou a vida de um dos clássicos da literatura nacional.

Sexualidade é algo ,ainda hoje polêmico e perigoso, por incrível que pareça,

quando somos resultado dele.

O sexo é vida,é bom e precisa ser desmistificado.



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HOMOFOBIA E MORTE:
O AUTOR QUE FOI DESTRUÍDO
PELO PRÓPRIO TALENTO!
(Felipe Mathias) Facebook
FOTOS E VÍDEOS ANTIGOS
Raul Pompeia nasceu em 1863, em uma das famílias mais ricas e tradicionais do Rio de Janeiro. Extremamente inteligente, profundamente sensível e formado em ambiente de elite, levava para a escrita tudo o que experimentava com intensidade.
Em janeiro de 1888, Raul publicou o livro "O Ateneu", romance baseado em suas vivências da adolescência em um internato. O livro causou impacto imediato: críticos o exaltaram, e muitos chegaram a considerar o melhor livro já escrito em língua portuguesa até então.
No livro "O Ateneu", o protagonista Sérgio é um adolescente que estuda em um luxuoso colégio interno, onde enfrenta humilhações, pressões psicológicas, conflitos internos e relações homossexuais com outros garotos. Essa sinceridade emocional, muito ousada para a época, se voltaria contra o autor.
Raul Pompeia era um defensor firme da Abolição e da República. Isso o colocou em choque direto com os conservadores, e com escritores influentes.
Passaram a dizer que o personagem Sérgio era o próprio Raul confessando os seus desejos, usavam passagens do livro para acusar o escritor de ser homossexual.
O que mais atacava Raul era o poeta Olavo Bilac, com quem travou discussões cada vez mais intensas. A rivalidade cresceu a tal ponto que Raul chegou a desafiar Olavo para um duelo de espada, mas o confronto foi impedido pelas autoridades antes que acontecesse.
Nesse período, Raul Pompeia assumiu cargos importantes, entre eles o de diretor da Biblioteca Nacional, o que aumentou sua exposição e o tornou alvo ainda mais fácil de ataques. A perseguição e a homofobia foi se tornando cada vez mais dura. E Raul, que era muito sensível e emocionalmente vulnerável, foi se isolando.
Na noite de Natal de 1895, profundamente ferido e exausto, Raul tirou a própria vida. A escolha da data não foi por acaso: simbolizava o peso emocional que ele carregava, a sensação de injustiça e o fim de um ciclo de hostilidade que não conseguira suportar.
Alguns anos após o suicídio de Raul, o próprio Olavo Bilac, seu mais duro inimigo, acabou reconhecendo a genialidade de Raul Pompeia e exaltando "O Ateneu" como uma obra-prima incontestável.
Hoje, "O Ateneu", o livro que custou a vida do autor, é considerado um dos maiores clássicos da literatura brasileira e continua sendo amplamente estudado e solicitado em escolas e universidades de todo o país

domingo, 18 de janeiro de 2026

AGRO MATA EVITE CONSUMIR VERDURAS LEGUMES E PROCESSADOS E OUTROS COMO CARNE VERMELHA,EMBUTIDOS COMO PRESUNTO,MORTADELA ETC AH CIGARRO ,SIM EU FUI VÍTIMA CÂNCER NAS CORDAS VOCAIS DIREITA

 

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ENQUANTO EXPOTAMOS  SEM AGOTÓXICOS CONSUMIMOS-OS COM AGROTÓXICOS E ESTAMOS MORRENDO.

 TOME UMA ATITUDE ,CRIANÇAS,JOVENS ADULTOS IDOSOS MOREEM COM CÂNCER VÍ´TIMAS DE AGROTÓXICOS,VAMOS GRITAR NAS RUAS MERCADOS E SUPERMERCADOS

POR -https://contraosagrotoxicos.org/

Entidades solicitam reavaliação imediata e suspensão do uso de glifosato, atrazina e alacloro após retratação de artigo científico e nova classificação sanitária

A Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), e o Instituto de Defesa de Consumidores (Idec) protocolaram um ofício conjunto junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), solicitando a reavaliação urgente e a suspensão temporária dos registros dos agrotóxicos glifosato, atrazina e alacloro. O pedido é motivado por fatos científicos recentes que colocam em questão as decisões regulatórias vigentes e buscam resguardar a saúde da população brasileira, respeitando o princípio da precaução.

Glifosato: artigo despublicado

O fato mais relevante citado no ofício refere-se ao glifosato, o ingrediente ativo de agrotóxicos de larga utilização no Brasil. Em 3 de dezembro de 2025, a revista Regulatory Toxicology and Pharmacology retratou o artigo de 2000 intitulado Safety evaluation and risk assessment of the herbicide Roundup and its active ingredient, glyphosate, for humans.

A retratação foi motivada pela descoberta de problemas críticos de conflito de interesses, uma vez que a escrita do artigo contou com o envolvimento de funcionários da Monsanto, então fabricante do glifosato, o que comprometeu a independência editorial da revista. O jornal britânico The Guardian descreveu documentos que demonstram a interferência da indústria na elaboração deste artigo.

As entidades apontam que o artigo baseou suas conclusões sobre a ausência de carcinogenicidade do glifosato exclusivamente em estudos não publicados da Monsanto, ignorando outros estudos de longo termo que já haviam sido publicados na época. O próprio editor-chefe da Regulatory Toxicology and Pharmacology, Martin van den Berg, declarou que a falta de clareza sobre quais partes do artigo foram de autoria da Monsanto “cria incerteza sobre a integridade das conclusões tiradas”.

A revista reconheceu que este artigo teve “significativa influência em decisões regulatórias”. No Brasil, ele subsidiou o parecer técnico contratado pela Anvisa em 2016 e a Nota Técnica nº 12/2020, que culminaram na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 441, de 2 de dezembro de 2020, estabelecendo a manutenção do glifosato sem alteração na monografia do ingrediente ativo em relação ao seu potencial cancerígeno.

Atrazina e alacloro: classificação como “prováveis carcinogênicos”

O ofício também destaca novas evidências para a atrazina e o alacloro. Em 21 de novembro de 2025, a revista The Lancet Oncology publicou o resultado da reunião da International Agency for Research on Cancer (IARC), que classificou ambos os agrotóxicos como “prováveis carcinogênicos para humanos” (Grupo 2A).

A atrazina é o sexto agrotóxico mais vendido no Brasil, com 22.765,17 toneladas comercializadas, de acordo com o Ibama.

Demandas por reavaliação e suspensão

Nos termos da RDC nº 221/2018, que permite a reavaliação de ingredientes ativos que apresentem indícios de alteração dos riscos à saúde humana a qualquer tempo, as entidades solicitam à Anvisa as seguintes providências:

  1. Reconsideração e nova reavaliação do glifosato: solicitam que a Anvisa reconsidere os resultados da reavaliação anterior e proceda a uma nova reavaliação, com garantia da participação e controle social e da participação de instituições técnico-científicas de referência na saúde e na pesquisa em câncer.
  2. Suspensão temporária do registro do glifosato: é solicitada a suspensão temporária do registro do glifosato enquanto durar o processo de reavaliação, de modo a respeitar o princípio da precaução e resguardar a saúde da população brasileira.
  3. Reavaliação e suspensão da atrazina e alacloro: solicitam que a Anvisa realize a reavaliação da atrazina e do alacloro, garantindo participação social e técnica, e que suspenda temporariamente o registro de ambos os agrotóxicos enquanto perdurar a reavaliação.

As entidades se colocaram à disposição da Agência para 

sábado, 17 de janeiro de 2026

Miguel Nicolelis alerta para avanço autoritário e critica “parasitas dig...


A velha cantilena - INTELIGÊNCIA, que não é inteligência,e sua qualificação de  DIGITAL.
NICOLELIS destrincha isto e nas entrelinhas mostra que na verdade tudo não passa de um 
novelo ideológico mundial, em que  a comunicação e seus galhos são o poder político a bem
da verdade.
Vejam e ouçam com atenção.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

BRASIL - O AGENTE SECRETO- THE SECRET AGENT - 2 PRÊMIOS GLOBO DE OURO

 

FOTO DIVULGAÇÃO

"O Agente Secreto" faz história no Globo de Ouro com dois prêmios: Wagner Moura conquistou prêmio de Melhor Ator em Filme de Drama🌟🎥🟢🟡🔵A produção brasileira também foi escolhida a melhor película de Língua Não Inglesa🌟 Santa Cruz(PE) parabeniza🔴⚪⚫ blogdoramonpaixao18.blogspot.com/2026/01/o-ag...
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

UM CRIMINOSO AMERICANO - DONALD TRUMP POR SUA GESTAPO- ICE-ASSASINOU RENNE NICOLE GOOD-POETISA,HUMANISTA AMERICANA


POR G1
-POR X-ELA E SUA FAMÍLIA- 3FILHOS

BY REUTERS


 UMA MULHER DE FIBRA, UMA POETA NA IRMANDADE EM DEFESA DOS SEUS IRMÃOS LATINOS-RENNE GOOD

ABAIXO MATÉRIA SIC NOTÍCIAS


https://bit.ly/4jy3045


"Poetisa, escritora, esposa, mãe": quem era Renee Good, a mulher morta a tiro por um agente do ICE?

Uma mulher de 37 anos foi morta a tiro por um agente do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) durante uma operação em Minneapolis. O incidente gerou protestos em várias cidades e uma campanha de angariação de fundos para a família, que reuniu centenas de milhares de dólares.

Uma fotografia de Renee Nicole Macklin Good colocado num poste de iluminação junto ao local onde foi baleada, a 8 de janeiro de 2026, em Minneapolis, no estado do Minnesota.
Uma fotografia de Renee Nicole Macklin Good colocado num poste de iluminação junto ao local onde foi baleada, a 8 de janeiro de 2026, em Minneapolis, no estado do Minnesota.
Stephen Maturen / GETTY IMAGES

Uma mulher de 37 anos foi morta a tiro, na quarta-feira, em Minneapolis, por um agente do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE), durante uma operação de grande escala de fiscalização da imigração na cidade. A vítima foi entretanto identificada como Renee Nicole Macklin Goodpoetisa premiada e mãe de três filhos.

De acordo com a Associated Press (AP)Renee Good, cidadã norte-americana, nasceu no estado do Colorado, mas tinha-se mudado recentemente para Minneapolis, no estado do Minnesota. De acordo com registos oficiais, não tinha antecedentes criminais nem qualquer histórico de envolvimento com a polícia, para além de uma multa de trânsito.

Era observadora voluntária nas operações de fiscalização do Serviço de Imigração.

O ex-marido, com quem teve dois filhos, de 12 e 15 anos, afirmou à agência noticiosa norte-americana que Renee Good regressava da escola, onde tinha deixado o filho mais novo, de seis anos, fruto de outra relação.

Acrescentou ainda que a ex-mulher não era ativista e que nunca a tinha visto a participar em qualquer tipo de protesto.

Ao jornal Minnesota Star Tribune, a mãe de Renee Good descreveu-a como "carinhosa, compreensiva e afetuosa" e um "ser humano extraordinário". Já o seu pai, em declarações ao The Washington Post, disse que a filha "teve uma vida boa, mas uma vida difícil".

O que aconteceu a 7 de janeiro?

As autoridades federais afirmaram que um grupo de manifestantes tentou bloquear a operação e que um deles teria “utilizado o veículo da mulher” para tentar atropelar um agente. No entanto, vídeos divulgados nas redes sociais não mostram qualquer tentativa de atropelamento, contrariando as declarações de Donald Trump.

As imagens indicam que a condutora foi cercada por agentes do ICE e tentou afastar-se do local, momento em que um dos agentes efetuou um disparo. O veículo acabaria por colidir com outro carro estacionado a poucos metros de distância.

Donald Trump acusa vítima de resistência

O Presidente dos Estados Unidos acusou a vítima de ter resistido às ordens e de ter dificultado a atuação dos agentes, responsabilizando ainda a “esquerda radical” pelo sucedido.

Numa publicação na sua conta oficial na rede social Truth Social, Donald Trump afirmou que “a condutora comportou-se de forma caótica, resistindo à autoridade antes de atropelar brutalmente um agente do ICE”.

Acrescentou ainda que “estes incidentes acontecem porque a esquerda radical ameaça e ataca diariamente os nossos agentes da lei e os oficiais do ICE”.

A morte de Renee Good, a quinta registada durante operações migratórias sob a administração Trump, desencadeou uma onda de protestos em várias cidades dos Estados Unidos. Uma campanha de angariação de fundos para a sua família conseguiu reunir cerca de 370 mil dólares em apenas dez horas.

[Artigo atualizado às 22:16]