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terça-feira, 1 de setembro de 2026

A CORRUPÇÃO NO MAIOR ESTADO EM PODER ECONÔMICO NO PAÍS-SP X MINISTRO DO SUPREMO ANDRÉ MENDONÇA STF-

 


https://bit.ly/4zPW6Pd

T. FREITAS a carioquice da pior espécie - governa O estado de maior poder econômico do país-SP e apronta todas as trapalhadas e privatizações do país,como a SABESP, e ainda tem amparo de um ministro do supremo que lhe apoia.:ANDRÉ MENDONÇA

É perverso,este senhor e conta com apoio dos bolsonarista do interior de SÃO PAULO.

É CRIMINOSO seu governo, antipopular na maior capital de um estado brasileiro.

Temos que derrotar este maldito senhor na sua candidatura ao governo de SÃO PAULO-2026.

LEIAM ABAIXO MATÉRIA DA FORUM-REVISTA

https://bit.ly/4zPW6Pd

Fundado em 10 de novembro de 2023 por André Mendonça, quase dois anos após o ex-ministro de Jair Bolsonaro assumir uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF), o Instituto Iter firmou um contrato no valor de R$ 1.630.758,00 em 14 de maio deste ano com a Fundação Para o Desenvolvimento da Educação (FDE), que será pago integralmente com recursos públicos do governo Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos). Os dados são públicos e foram levantados pelo Fórum Investiga, núcleo de jornalismo investigativo da Fórum.

O contrato do instituto de Mendonça com a fundação, uma instituição pública de direito privado vinculada à Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, é assinado pelo CEO do Iter, Victor Godoy, que assumiu como ministro da Educação no dia 28 de março de 2022. Por três dias, Tarcísio (Infraestrutura), Mendonça (Justiça) e Godoy integraram simultaneamente o ministério no ex-governo Jair Bolsonaro.

Já a FDE é presidida por Fabrício Moura Moreira, que assumiu o cargo após atuar como chefe de Gabinete e Coordenador de Infraestrutura e Serviços Escolares na Secretaria de Educação Paulista. Engenheiro formado pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica, Moreira exerceu a função de Diretor de Gestão de Pessoas da Presidência no ex-governo, subordinado diretamente a Bolsonaro.

A contratação do Iter pelo FDE foi feita sem licitação – por “inexigibilidade”, no termo técnico -, justificada porque se trataria, em tese, de um serviço técnico especializado de natureza predominantemente intelectual para treinamento e aperfeiçoamento de pessoal, associado à notória especialização e à alegada inviabilidade de competição

“A modalidade de contratação será direta, fundamentada por inexigibilidade de licitação nos termos do artigo 74, inciso III, alínea “f”, da Lei nº 14.133/2021, aplicável à contratação de serviços técnicos especializados de natureza predominantemente intelectual voltados ao treinamento e aperfeiçoamento de pessoal, condição justificada pela inviabilidade de competição e pela notória especialização da instituição a ser contratada”, diz o contrato na cláusula 3.7.


O que prevê o contrato

O contrato de R$ 1,6 milhão, assinado após a definição das candidaturas às eleições de 2026, tem duração de 24 meses, a partir de 15 de maio de 2026, e prevê a capacitação profissional dos empregados públicos da FDE, em dois grandes blocos:

  • 4.800 horas-aluno Banco de horas para cursos e treinamentos, com valor total de R$ 815.088.
  • 30 vagas de pós-graduação lato sensu e/ou MBA no valor total de R$ 815.670.


lém das 4,8 mil horas em cursos e treinamentos – que correspondem a 200 vagas em cursos de 24 horas -, o governo Tarcísio vai pagar por 30 vagas em cursos nas modalidades MBA/Pós-Graduação em áreas como “Governança Pública”, “Tecnologia da Informação” e “Ciência de Dados aplicada à Educação” para os funcionários da FDE.

Cada formação pelo Iter, de André Mendonça, com 360 horas aulas, custará aos cofres paulistas o montante de R$ 27.189.

Embora a dispensa de licitação seja justificada “pela inviabilidade de competição e pela notória especialização da instituição a ser contratada”, há outros cursos semelhantes no mercado, por instituições reconhecidas, a preços bem mais em conta e com maior quantidade de horas-aula.

MBAs de Tecnologia da Informação e Ciência de dados aplicada à educação, por exemplo, com 384 horas-aula são vendidos pelo valor total de R$ 15.525 pelo Instituto de Direito Público (IDP), instituição que tem como sócio-fundador o ministro Gilmar Mendes, colega de Mendonça no STF. A diferença cobrada pelos dois institutos chega a 75,2% nesses casos.

Já o MBA Gestão Pública e Políticas Públicas – similar à proposta de Governança Pública apresentada pelo Iter ao governo paulista – tem um valor total de R$ 17.805,90 por 384 horas-aula. Uma diferença de 52,7% entre o cobrado pelo instituto de Mendonça e o de Gilmar Mendes.

O contrato prevê que o valor é estimado em R$ 1,63 milhão e que o pagamento depende dos cursos e treinamentos efetivamente demandados, medidos e fornecidos. O prazo para prestação dos serviços é de 24 meses, até o dia 15 de maio de 2028. Até esta sexta-feira (28), o Portal Nacional de Contratações Públicas não listava empenho ou pagamento realizado.

Leia a íntegra do contrato entre o Iter e o FDE

Outro lado

Após a publicação da reportagem da Fórum, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc) e a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) encaminharam nota à redação em resposta às informações apresentadas no texto. Leia a íntegra:

“A Seduc e a FDE esclarecem que ainda não houve nenhum pagamento referente ao contrato citado, que foi firmado maio de 2026 e será executado conforme a demanda efetiva. O curso contratado é um MBA em Gestão Avançada em Licitações e Contratos Administrativos, com foco na Lei nº 14.133/2021, com aulas presenciais e online e grade é voltada especificamente para a área de contratações públicas. Assim, a comparação feita pela reportagem a cursos com conteúdos e formatos distintos é totalmente inadequada.

Além dos parâmetros rotineiros, uma pesquisa adicional de mercado apontou outros MBAs específicos para área de contratações públicas com preços por aluno entre R$ 27,7 mil e R$ 28,3 mil, o que reforça a compatibilidade do serviço contratado. O objetivo é capacitar servidores que atuam com licitações, gestão e fiscalização de contratos administrativos, conforme exigência da Lei nº 14.133/2021.

A contratação foi realizada por inexigibilidade, com fundamento no art. 74, inciso III, alínea “f”, da Lei nº 14.133/2021, e passou por análises e controles previstos na legislação e nas normas internas da FDE.”


terça-feira, 18 de agosto de 2026

‘Amores vaporosos’: excesso de opções e falta de tempo desafiam relacionamentos em São Paulo por G1 https://bit.ly/4xLGTNy

  

                                            Diário Zona Norte-google


¨No Dia do Solteiro, celebrado neste sábado (15), especialistas apontam que características da capital paulista podem dificultar conversas, conflitos e a construção de relações duradouras" G1.


A solidão em período de redes digitais esvanece, derrete os laços sociais e ataca os seres vivos por  poços imensos  de solidão.
As tecnolgias são em grande parte resposáveis  pelo tornar os seres humanos em  números frios  adjetivados pelas curtidas de falsos amigos.
Grande parte, senão  a maioria dos amigos das redes digitais são  fantasmáticos, são almas penadas,e gozam com o outro imaginário que desliza sobre  a massa deslizante do NADA, num mundo de palavras inútteis, que nada  representam senão a solidão do eu consigo prórprio, num solapar da humanidade.
A MENTIRA  DA CHAMADA  INTELIGÊNCIA  ARTIFICIAL é a mentira  mais perfeita que o ser humano inventou para desgarar-se -de si- para o nada, é uma atrofia , uma perversão exata da recusa do ser  cosigo mesmo, o capital cava dia a dia  sua  degola.
O consumo  das estrias do humano,pelo neoliberalismo, mata
o ser  do consumo a medida que consome a matéria inútil, e desmama o humanno frágil.
A  máquina é inútil para  o aperfeiçoar  o humano, se de um lado ela  diz contribuir com a vida, do outro a vida é aprisionada pelas mesmas máquinas que deram sobrevida.
Os atalhos do feudalimo técnico é a mentira deslavada da perversão do capital em que a  massa aprisionada se corroi

Nada acrescenta e é mera forma de estar no ALÉM DOS ALÉNS.
Paulo Vasconcelos

https://bit.ly/4xLGTNy


Por Marília Barbosa, g1 SP — São Paulo

 



A percepção é compartilhada por profissionais que atendem pacientes na capital paulista e por pessoas solteiras que tentam encontrar um(a) parceiro(a). 👩🏾‍❤️‍👨🏻

E o tema ganha ainda mais destaque nesta semana: 15 de agosto é o Dia do Solteiro, uma data que celebra quem está sem relacionamento e também coloca em evidência as transformações na forma como as pessoas vivem, constroem e encerram seus vínculos afetivos.


O novo retrato dos solteiros no Brasil — Foto: Reprodução/TV Globo

Embora não existam estudos específicos que comprovem que os paulistanos têm relacionamentos mais curtos do que moradores de outras cidades, psicanalista, psicólogo, socióloga e solteiros ouvidos pelo g1 relatam que o estilo de vida da capital favorece vínculos mais frágeis e descartáveis.

Para o psicanalista, escritor e professor Christian Dunker, titular do Instituto de Psicologia da USP, a identidade paulistana ajuda a explicar parte desse fenômeno.

"O trabalho, o sentido de que, se você estiver atrasado, ocupado ou atarefado, faz de você alguém integrado à paisagem da cidade. Essa aceleração acaba se desdobrando também nas nossas relações afetivas."

Segundo o especialista, a lógica de que tudo pode ser substituído rapidamente também chega aos relacionamentos.

"Estamos aprendendo que aquilo que não funciona, troca. Se não está dando certo, é porque você ainda não encontrou o lugar certo."

Na avaliação do psicanalista, a combinação entre longos deslocamentos, menos tempo disponível para convivência, comunicação cada vez mais rápida e espaços públicos reduzidos dificulta conversas longas — justamente aquelas necessárias para resolver conflitos e fortalecer vínculos.

Foi a partir dessa observação que Dunker propôs uma atualização da conhecida ideia dos "amores líquidos", popularizada pelo sociólogo Zygmunt Bauman.

"Talvez agora a gente tenha evoluído dos amores líquidos para os amores vaporosos. Aqueles que se desfazem no ar. Não dá nem tempo de sentir a liquidez na mão, e eles já desaparecem."

Relações com lógica de mercado👨🏻‍🤝‍👨🏾

O psicólogo Renato de Santana Cunha, especialista em Gestalt-Terapia Clínica & Institucional, diz que essa percepção surgiu dentro do seu consultório, ao comparar pacientes de São Paulo com moradores de outras cidades.

Dos 20 pacientes que acompanha atualmente, 14 vivem na capital. Segundo ele, em dez desses casos é possível perceber uma tensão constante provocada pela dinâmica paulistana. "A vida profissional e a vida afetiva, em São Paulo, às vezes se confundem", reforça.

Segundo ele, a cidade tem uma cultura fortemente voltada para produtividade e desempenho, fazendo com que algumas pessoas passem a analisar relacionamentos quase como oportunidades de trabalho.

"Antes as pessoas buscavam estabilidade tanto no emprego quanto nos relacionamentos. Hoje, mesmo estando em uma situação estável, elas continuam procurando algo melhor. Essa lógica também chegou às relações", completa.

Para ele, o tempo gasto nos deslocamentos reduz a energia disponível para investir nos vínculos.

"Quanto menos tempo livre, menos energia você tem para conversar, resolver conflitos e desenvolver uma relação."

Na avaliação do psicólogo, depois da pandemia também surgiu uma sensação coletiva de urgência.

"As pessoas vivem uma pulsão de aproveitar o tempo perdido. Soma-se a isso a lógica do consumo rápido e da tecnologia. Se aparece uma primeira 'red flag', muita gente prefere simplesmente pular para outra pessoa, em vez de conversar."

Ele ressalta que isso não significa ignorar sinais importantes, mas observa que conflitos pequenos passaram a ser suficientes para encerrar relações: "A gente desaprendeu a conversar".

Aplicativos criam expectativa além do que conseguem entregar 📲

Para Christian Dunker, parte da frustração atual também está na expectativa criada em torno dos aplicativos de relacionamento.

Segundo ele, muita gente entra nessas plataformas esperando encontrar um namorado ou uma namorada, quando, na prática, elas oferecem apenas um primeiro contato. "O aplicativo não arruma um namorado. Ele arruma um encontro, uma primeira conversa", explica.

Na avaliação do psicanalista, o excesso de opções também muda a forma como as pessoas escolhem parceiros.

"Os relacionamentos começam como entrevistas de emprego. Você vai eliminando candidatos rapidamente, e isso acelera uma lógica de escolha que é muito ruim para o processo amoroso."

Renato Cunha concorda que existe uma sensação permanente de "cardápio". "A internet bombardeia as pessoas com estímulos. Sempre parece existir alguém mais bonito, mais interessante ou com uma carreira melhor. Muitas relações nem chegam a se desenvolver porque já aparece outra possibilidade."

A cidade grande também influencia 🚗💔🆘

A socióloga Marília Moschkovich — autora do livro "Corpo, Tesão e Capital" e professora-doutora no Departamento de Sociologia da FFLCH/USP — concorda que São Paulo apresenta características que dificultam a construção de vínculos, mas faz uma ressalva importante: a percepção de que a capital produz relações mais descartáveis depende também de quem está sendo observado.

Pessoas LGBTQIAPN+, praticantes da não monogamia ou integrantes de grupos minoritários, por exemplo, se beneficiam da correria das grandes cidades justamente por possibilitar construir relações estáveis que seriam inviáveis em cidades menores.

"Para muitas pessoas que vivem formas não hegemônicas de relacionamento, é a diversidade da cidade grande que permite encontrar parceiros e construir vínculos."

Ainda assim, ela reconhece que existe uma dificuldade crescente de criar conexões profundas e conclui: "As pessoas estão massacradas pelo trabalho".

Moschkovich afirma ainda que a dimensão da capital amplia esse problema. Decisões sobre mobilidade urbana, cultura e ocupação dos espaços públicos acabam influenciando algo que normalmente não é associado à política.

"Quando pensamos em relacionamentos, normalmente não pensamos em transporte público. Mas ele está diretamente conectado à possibilidade de encontrar pessoas."


Foi justamente esse tema que levou a atriz e influenciadora Sarah Scaramello a viralizar nas redes sociais. Em um vídeo com mais de 1,1 milhão de visualizações e 8.372 compartilhamentos, ela lista frases frequentemente dirigidas a pessoas solteiras:


  • "Na hora que você parar de procurar, você encontra"
  • "Você é muito seletiva"
  • "Você está indo aos lugares errados"
  • "Agora é hora de focar em você"
  • "Você tem que 'pegar geral' ainda"
  • "Não era para ser"

Sarah conta que teve a ideia do vídeo depois de ouvir essas frases repetidamente. "Eu comecei a pensar em tudo o que me falavam. Sempre parecia que o problema era comigo."

Ela afirma que viveu a maior parte da vida em São Paulo e percebe uma dificuldade crescente de conhecer pessoas presencialmente.

"As pessoas ficam muito no grupo delas. Parece que ninguém faz questão de conhecer alguém novo."

Nos aplicativos, ela diz que percebe outro problema: "Eu começo a me perder no próprio aplicativo. Vou dando match e esqueço o objetivo principal".

Segundo a influenciadora, as conversas também ficaram previsíveis. "É sempre o mesmo roteiro. Parece um questionário", diz.

Mesmo assim, ela acredita que ainda vale insistir nos encontros presenciais.

"As redes sociais dão uma sensação de conexão, mas é diferente de olhar para alguém, conversar e se vulnerabilizar. Parece que hoje as pessoas têm medo de demonstrar interesse porque qualquer demonstração de sentimento já é vista como emoção demais."