REDES

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

O inventário apodrecido - William Aguiar

 


                          W.AGUIAR *

O inventário apodrecido










Este conto me foi presenteado por um amigo (William Aguiar) um ano antes de falecer. Me pediu que publicasse quando achasse o meio e o tempo convenientes para a sua apreciação. Bom, imagino que este meio é interessante e o tempo presente o adequado para que seja compreendida a última produção literária deste amigo. Segue o conto de uma beleza singular!    Aldo Ambrózio*










Aldo Ambrózio

*Dr.Aldo Ambrózio

Professor,psicanalista

domingo, 8 de novembro de 2020

DIRECTO #ELECCIONES EE UU | Joe Biden ofrece una conferencia tras su vic...

Kennedy Alencar
Discursos de Joe Biden e Kamala Harris, especialmente o dela, evidenciam como são pequenas figuras como Trump e Bolsonaro. Há conservadorismo nas falas? Há. Mas têm decência, clareza, honestidade. Precisamos nos livrar de Bolsonaro e seus genéricos. É tarefa civilizatória.

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

CHILE , VITÓRIA PLEBISCITO, NOVA CONSTITUIÇÃO- FORA ERA PINOCHET




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NODAL -AR NOS OFERECE A MATÉRIA ABAIXO:



Con la palabra “Renace” proyectada en las alturas: manifestantes repletan Plaza Baquedano ante eventual triunfo del Apruebo

Poco antes del cierre de las mesas, a las 20 horas de este domingo, un grupo in crescendo de manifestantes comenzó a llegar hasta la Plaza Baquedano para manifestarse y celebrar —anticipadamente— un eventual triunfo en la votación que decidirá si Chile escribe o no una nueva Constitución. A esta hora, con la emblemática plaza renombrada en nombre de la dignidad albergando a miles de personas, con la palabra “Renace” proyectada en lo alto de la Torre Telefónica, y una tendencia ya marcada, el Apruebo (77,26%) se impone por sobre el Rechazo (22,74%) con más de un 20% de las mesas escrutadas. Hace un año, en la misma fecha, en el mismo lugar, más de un millón 200 mil personas en Santiago y otras miles en regiones dieron la señal política más potente desde el NO. Y hoy, otra vez en masa, adherentes de la opción que lleva la delantera ya celebran el fin de la elección.

LEIA TODA MATÉRIA EM  https://www.nodal.am/2020/10/plebiscito-en-chile-masiva-concentracion-en-plaza-de-la-dignidad/

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

LUIS ARCE- MAS - NOVO PRESIDENTE DA BOLÍVIA



BRASIL 247






Sai primeira apuração das eleições na Bolívia. Luiz Arce está eleito novo presidente do país, com 52,4% dos votos! Carlos Mesa tem 31,5% e Camacho 14,1%. Viva o povo Boliviano, viva a democracia!


domingo, 18 de outubro de 2020

En Bolivia los resultados del voto rural se retrasan respecto a la zonas...MAS tem preferência

MAS, PARTIDO DE MORALES  E ACER TEM BONS RESULTADOS NA BOCA DE URNA E PRIMEIROS RESULTADOS COM POSSÍVEL VITÓRIA NO PRIMEIRO TURNO.ACOMPANHE PELA TELESUR https://www.telesurtv.net/seccion/programas/index.html

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

O Jogo e Piaget

 

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ABRINDO

A obra apresenta a construção teórica do jogo-brincar brinquedo-brincadeira. Contempla-se a historicidade da infância, seus conceitos, mutações e relativismos dentro de quadros multipolares. 

São levantadas as influências variadas de diversos campos epistêmicos afim de talhar para melhor discernimento e historicidade do lúdico na infância. Assim, o estudo classificatório do jogo, além da proposta de Jean Piaget, passa por outros autores, o que sublinha o ineditismo da obra, agregando as experiências semióticas de vários autores, incluso a de Jean Piaget de modo a estabelecer quadros comparativos, a exemplo de Vygotsky. 

No quadro semiótico, a validade se dá na contemplação de uma rede sígnica estruturada e estruturante da criança, permitindo entender este suporte a partir do desenvolvimento cognitivo e imaginário infantil e de sua comunicação lúdica face às estratégias do jogo. Portanto, o jogo é algo amplo que não se reduz a um lúdico apenas, mas o inclui. A obra é para iniciantes e iniciados que desejam desvendar a amplitude do jogo-lúdico-brinquedos e brincadeiras.

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

A cilada capitalista do eu único por Outras PALAVRAS

 

Lola López Mondéjar, entrevistada por Esther Peñas, no ctxt | Tradução: Simone Paz

Acrescento aqui o vídeo que não consta da matéria de OUTRAS PALAVRAS



A cilada capitalista do eu único

Ao propor que nossos desejos e vazios sejam saciados com objetos, sistema não alimenta apenas o consumismo, alerta psicanalista espanhola. Ele incita as ilusões narcísicas de identidade e busca da felicidade — das quais deveríamos fugir…


Das muitas questões que sustentam uma época, a da identidade pode ser uma das que mais nos permeiam, neste século. A miragem da invulnerabilidade, o pânico em reconhecermos a nossa frágil essência, a possibilidade de nos reivindicarmos a partir do erro, o medo de nos conhecermos, esse mesmo medo que qualquer tipo de compromisso desperta — mas sobretudo o afetivo e a questão da liberdade como condição possível… Conversamos sobre essas e outras questões com Lola López Mondéjar , psicanalista e escritora, além de destacada conversadora, com nuances e estímulos tão sensíveis quanto intelectuais.

Seu próximo ensaio, “Invulneráveis e invertebrados”, aborda a questão da subjetividade, um conceito que foi aprofundado desde Montaigne. Porém, de forma sutil, essa palavra vem sendo substituída por “identidade”, mas não é, de maneira alguma, a mesma coisa. Qual a diferença entre uma e outra?

A identidade é uma ficção de unidade necessária para a nossa sobrevivência, mas que deixa de lado a multiplicidade do nosso eu. Nosso cérebro procura um sentido e cobre as lacunas entre os fragmentos que nos compõem, com histórias que nos dão uma certa ilusão de sentido: uma identidade. A identidade é mimética, baseia-se nas identificações, na marca que os outros significantes nos deixam e no desejo triangular, como René Girard chamou a estrutura mimética do desejo: segundo ele, Emma Bovary quer amar como nos romances românticos que ela leu; Dom Quixote quer ser um cavaleiro andante movido pelos livros da cavalaria e pelo heroísmo de Amadís de Gaula.

Esse desejo é mimético porque existe um mediador entre nós e nossos objetos de desejo; queremos o mesmo que nossos modelos. Trata-se do que Lacan mais tarde expressou como “o desejo humano é o desejo do Outro”. Queremos o que eles nos propõem que queiramos. A publicidade e o capitalismo baseiam-se nessa natureza mimética do desejo, que propõe interminavelmente objetos, usando todos os tipos de modelos como mediadores. Subjetividade seria o oposto de identidade. Onde há identidade, a ilusão da unidade, não há exploração da multiplicidade, não há diálogo com as identificações que nos constituem. A subjetividade implica a criação de um eu que questiona as identificações anteriores e constrói outras em um processo dinâmico constante que só cessa com a morte. Digamos que quanto mais identidade, menos subjetividade.]

Leia toda matéria indo até o link: https://outraspalavras.net/crise-civilizatoria/a-cilada-capitalista-do-eu/