REDES

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Olha o Pastel do preconceito, na Avenida Paulista

Qualquer viagem.Eu Vou

DOIS PASTEL E UM CHOPPES!

A  Avenida Paulista não é só símbolo da maior cidade do pais, mas é símbolo do preconceito, da raiva, da perversão, do contraditório.

Em  outros momentos já fiz matéria aqui sobre esta avenida tão contraditória!A BOCA DA RUA ;OS GRITOS DA DESIGULDADE E HIPOCRISIA -SÃO PAULO RICA E MISERÁVEL

Ela é representante do ódio, sim do ódio, que quase toda, ou grande parcela da cidade tem. .O paulistano de modo quase geral padece disto, como as grandes cidades, pois perdem sua identidade e se enraivecem.
Minha percepção sobre o preconeito advém não só por ser   morador da avenida e observador, mas  por ter sido professor universitário, por muitos anos em várias regiões da cidade, do centro a periferia e percebi sempre o tal preconceito. É enorme!


Moro nesta avenida tem muitos anos, sou testemunha deste preconceito, até porque sou do nordeste e eles não gostam; já fui vítima  do preconceito velado ou explícito; o  prédio onde moro, muitos condôminos detestam a ocupação dela quando, sobretudo, chega a população da periferia para ocupá-la aos domingos e feriados ,momento em que a mesma é fechada e há uma intensdidade de fluxo populacional que vem para divertir-se passeando, apenas e só, muitas vezes;andando, dançando, bebendo , como se estivera num parque de alto valor.

Frequentá-la é status!-Vejam só.

Outros vem para os museus, centros culturais-SESC , MASP, cinemas etc..

Essa avenida é cotejada,como algo do além dos aléns e no entanto ela é ocupada desde a madrugada pelo exécito da periferia  que a sustenta e a  faz movimentar-se para os serviços que a mesma detém..Ocupam-na desde a madrugada:catadores de lixo,seguranças pedreiros encanadores,porteiros, empregados  das área :de serviços, profisssionais d área de vendas das lojas ,telemarketing, enfermeiras-área de muitos hospitais e clínicas, vendendores ambulantes, faxieniras. Também ,médicos, advogados,engenheiros,pedagogos,psicólogos,nutricionistas designers etc..e pensam estes últimos que são de classe alta quando são escravos do capital, mas odeiam os outros que tem profissões diferentes deles,mas precisam deles.


Os bolivianos, maior população que ja supera a nipônica, estão na paulista, como equatorianos, chilenos,peruanos, colombianos,venezuelanos,paraguaios, argentinos.etc.É um grande caldeirão étnico, mas há preconceito com os latinos, de olhos e face indigenas, sim , eu vejo.
Os africanos também estão aqui ,mas são mal vistos..Agora outros europeus, americanos do norte são bem vistos, justo os que nos exploram.
Os nipônicos são visto ainda hoje com preconceito e o paulistano confunde japonês com chinês, coreano.eita povinho ruim de percepção.

O preconceito de cor existe, ja presenciei, contestei, sou testemunha!

Embajadora de Bolivia en Irán aborda las elecciones en su país

Direita golpista não aceita a vitória de Evo Morales ( @evoespueblo ) e começa a instalar o pânico chancelada pela OEA.








segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Coringa | Christian Dunker | Desejo em Cena

Bolivia: rechaza ministro de Gobierno llamados a la violencia

Juan Evo Morales Ayma el presidente de Bolívia







Meus cumprimentos aos Bolivianos e a América Latina.Somos todos vitoriosos , mais uma vez pela força do  povo boliviano- os mais pobres a quem e para quem o presidente lutou, sem esquecer os demais.Hoje somos maiores por vos companheiro Evo |Morales.Obrigado por você existir e mostrar nossa cor e pele indígena.Somos filhos da terra!
Juan Evo Morales Ayma

Evo Morales a frente e basicamente eleito


 Foto: Christian Calderón


O jornal La Razon dá a seguinte notícia vejam, leiam abaixo.Brasil torce pela vitória deste grande presidente

http://bit.ly/33M8vUw


Al 95,22% de recuento del TREP se descarta segunda vuelta; se desatan conflictos

Al 95,22% de las actas verificadas de la Transmisión de Resultados Electorales Preliminares (TREP) el candidato del oficialismo tiene 46,86% de votos y Mesa 36,73%. Al menos tres TED suspendieron conteo de votos ante los conflictos

La Razón Digital / Carlos Corz / La Paz
20:18 / 21 de octubre de 2019
El Tribunal Supremo Electoral (TSE) actualizó la tarde de este martes la Transmisión de Resultados Electorales Preliminares (TREP) y los datos van mostrando la consolidación del triunfo de Evo Morales en primera vuelta, en medio de hechos de violencia. Al 95,22% de actas verificadas el candidato del oficialismo tiene 46,86% de votos y Mesa 36,73%.
Los resultados preliminares fueron leídos en la Sala Plena del ente electoral. Militantes de Comunidad Ciudadana (CC) gritaban “¡fraude! ¡fraude!”, en tanto que los del oficialismo respondían gritando ¡asesinos! ¡asesinos! Los datos se actualizaron luego de una serie de protestas por la paralización del conteo del TREP, la noche del domingo. Los resultados restantes al 100% se actualizan de un momento a otro.
Fuera del hotel, partidarios de Mesa y Morales se apostaron en un gran número en medio de amagues de enfrentamiento. En la noche se dio enfrentamientos y la Policía intervino con el uso de agentes químicos para dispersar a los movilizados, sin embargo el conteo de voto continuó sin inconvenientes.

Bolivia: Morales supera 10 puntos de diferencia con Mesa, según TREP




En el Hotel Real, donde el Tribunal Supremo Electoral realiza el cómputo oficial de las elecciones realizadas ayer en Bolivia, se han producido algunos desórdenes ya que los partidarios del candidato Carlos Mesa han intentado ingresar violentamente al lugar, dejando algunos heridos. Estos incidentes se han producido luego que el PREP revelara que el presidente Evo Morales logró y superó los 10 puntos de distancia con el segundo contrincante más cercano. teleSUR

REVENDO A SEMANA 14 A 20 OUTUBRO

El Frasco, medios sin cura: Tirando la piedra y escondiendo la mano

Recuento:SEMANA EM REVISTA 14-0-10

Elecciones generales en Bolivia en análisis de HispanTV

domingo, 20 de outubro de 2019

EVO AGRADECE AOS SEUS ELEITORES



 

Resultados preliminares de elecciones en Bolivia dan ventaja a Evo Morales



telesur


Primeiros resultados dão vantagem a EVO,todavia temos que aguardar mais para ver se haverá segundo turno -vuelta-


POT TELESUR



Resultados preliminares de elecciones en Bolivia dan ventaja a Evo Morales


El conteo rápido da 45.28% al MAS y aún no se define si habrá segunda vuelta.

Los primeros resultados de las elecciones en Bolivia dan la ventaja al presidente y aspirante a la reelección, Evo Morales con 45.28% pero aún no se define si habrá segunda vuelta. Además del presidente y vicepresidente, los bolivianos votaron este domingo para elegir a 36 senadores y 130 diputados para el periodo 2020-2025.
Alrededor de las 4:15 de la tarde cerraron todos los colegios electorales en Bolivia, y ya se desarrolla el proceso de escrutinio, que en esta ocasión transcurre de manera pública y bajo la mirada atenta de los 235 observadores internacionales que se encuentran en el país, y cuyos resultados preliminares dan la ventaja al actual presidente, Evo Morales.
La jornada ha transcurrido con tranquilidad, según han resaltado las autoridades, solo a excepción de algunas violaciones a la restricción sobre las bebidas alcohólicas, cuyos infractores serán liberados al cierre del proceso electoral.
Este proceso transcurre con varias novedades, según la presidenta del Tribunal Supremo Electoral, Maria Eugenia Choque. Por un lado, la implementación de la Transmisión de Resultados Electorales; y por otra parte, la auditoría de los resultados a través de los más de docientos observadores internacionales.
El actual presidente boliviano, Evo Morales, fue el primero de los candidatos en votar, desde Cochabamba. Mientras tanto, el candidato de la oposición, Carlos Mesa, insiste en desconocer el trabajo de las autoridades electorales.
Para ser electo, el futuro presidente boliviano deberá contar con el 50 por ciento más 1 del total de votos válidos, o el 40 por ciento, con una diferencia de 10 por ciento respecto al candidatos que más se acerque en cantidad de votos. De lo contrario, la nación suramericana deberá realizar una segunda vuelta fijada para el 1° de diciembre.

Argentina: miles de bolivianos votaron en elección general de su país

FERNANDEZ - NÃO CONVERSO COM MACRI!

CONTUNDENTE FERNANDEZ DIZ-Não converso com Macri...chega.
Diante da crise Argentina o candidato nega-se a dialogar com o fascista MACRI.
"ME CANSEI DE SUAS MENTIRAS!"
A TELESUR DIVULGA
El candidato a la presidencia de Argentina, Alberto Fernández, ha dicho que ya no dialogará con su rival electoral, el mandatario Mauricio Macri, porque "todo lo que dice es mentira" y ha afirmado, "el presidente no tiene idea de lo que pasa en el Gobierno". teleSUR.

Analiza ministra de educación de Chile suspender clases por protestas

CARLOS MESA O AÉCIO DA BOLíVIA


Carlos Mesa por Bolivia.com
Brasil de Fato aponta o opositor mais duro não aceitará derrota.Ele é uma especie de Aécio Neves e conta com apoio sobretudo da Elite de Santa Cruz de la Sierra  como os burgueses paulistas mineiros, cariocas etc As apurações já devem ter sido iniciadas e logo mais, em duas horas, já  teremos alguns pontos parciais. 

Abaixo matéria do Brasil de Fato

Eleições na Bolívia: Opositor indica que não aceitará derrota; apuração inicia às 17h

Disputa presidencial tem Evo Morales como favorito, com 40% das intenções de voto, seguido do ex-presidente Carlos Mesa

BOLÍVIA ..Apuração dos votos na Bolívia começa às 17h; acompanhe as eleições direto de La Paz


Evo Morales vota em busca do quarto mandato. (Foto: AFP) legenda
Brasil de Fato acompanha ,entre os raros jornais on-line, a situação das eleições na Bolívia;
 tudo transcorre em normalidade,As perspectivas de intenção de voto permanecem inalteradas em 40%.O presidente votou antes das nove horas da manhã.A imprensa internacional segue aposta.As apurações terão início as 17 hs local.

Apuração dos votos na Bolívia começa às 17h; acompanhe as eleições direto de La Paz

Disputa presidencial tem Evo Morales como favorito, com 40% das intenções de voto, seguido do ex-presidente Carlos Mesa


Cerca de 7 milhões de bolivianos vão às urnas neste domingo (20) para eleger presidente, vice-presidente, deputados e senadores para o mandato de 2020-2025. As mesas de votação foram abertas às 9h (horário de Brasília), e os eleitores têm até as 17h para formalizar sua escolha. Com as urnas fechadas, começa a apuração dos votos.
Esta matéria será atualizada ao longo do dia com informações sobre a votação e a apuração. Última atualização às 15h03.
A expectativa do Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) é que os resultados parciais sejam divulgados a partir das 18h30. A confirmação oficial tende a demorar mais do que a média dos processos eleitorais no Brasil porque a Bolívia não utiliza o sistema de urnas eletrônicas.
Até o momento, a votação ocorre com normalidade nos nove departamentos bolivianos. Cerca de 95% das mesas não tiveram nenhuma ocorrência ou percalço técnico.
O primeiro eleitor boliviano a votar em 2019 foi um emigrante que vive em Tóquio, capital do Japão. Ele compareceu à urna às 20h30 do sábado (19), no horário de Brasília, devido ao fuso-horário, e abriu a contagem.
Segundo o Órgão Eleitoral Plurinacional (OEP), 341 mil bolivianos vão votar no exterior. Eles estão distribuídos em 33 países. Os três com mais eleitores bolivianos são Argentina, com 161 mil, Espanha, com 72,6 mil, e Brasil, com 45,7 mil.
Especialistas preveem que o resultado das urnas poderá gerar conflitos e romper com um ciclo de estabilidade política que dura mais de 13 anos. As pesquisas de intenção de voto mostram que nenhum partido ou governo terá dois terços do parlamento. Soma-se a esse prognóstico de equilíbrio os recentes atos de vandalismo promovidos por setores de direita e extrema direita em Santa Cruz de La Sierra, na região oriental, e a promessa de "resistência civil" dos opositores em caso de um quarto mandato do atual presidente Evo Morales.
“Convoco a todos os bolivianos, para além das nossas fronteiras, a ir às urnas com tranquilidade, em orden e em família. Façamos deste domingo uma festa democrática, e que nesta jornada eleitoral o único ganhador seja o povo boliviano”, disse a presidenta do TSE, María Eugenia Choque. Morales também se pronunciou oficialmente, pedindo aos cidadãos para participarem "ativa e pacificamente" do processo de votação.
O presidente votou às 8h26 na unidade educativa Villa 14 de Septiembre, em Cochabamba, centro do país.

Cadê a jaboticaba? não tinha,tinha um guarda





NA AV PAULISTA  DIA DE SÁBADO MADRUGADA


-ei cadê guarda?
-que guarda rapai?
-o que tava aqui com uma pistola na boca sentado na manga
-o quê, sentado na manga, da camisa?
-sentado na manga fruta comendo Jaboticaba com barata frita
-tai doído, tai?
-oxi to não, eu vi com os oio que a terra vai comer
-e tai bolado só poque tomasse pinga
-sai pra lá, lá ele - e esse guarda tem costume disso, outro dia tava comendo jaca dum vendedor para levar o homem preso

--DÁ licença mais tava sentado e ouvi essa conversa vocês tão pirado,puxado,doido ou fumado
- oia num se mete não tá,tenho arma e se no senado tem jesus na goiabeira pq na o posso ver o guarda com arma comendo Jaboticaba sentado numa jaca?
-se for assim ta tudo na cãmara e senado bolado fumado e sentando na melancia verde para esconder o rachão vermelho...ahhhhh

Mais de 7 milhões de bolivianos votam neste domingo

Ferréz: periferia perdeu a ilusão com Bolsonaro, mas ainda não se levantou



A RBA))) REDE BRASIL ATUAL cobriu o evento ¨ Democracia em Colapso?, sob o tema “Comunicação e Hegemonia Cultural”, três diferentes especialistas dedicados a investigar e entender o inconsciente e o conhecimento popular.¨ O artista consegue a clareza que a grande mídia não consegue.Outros convidados Esther Solano e Christian Dunke falaram bacana,mas sua fala -FERRÉZ-bate com a linguagem do povo.Leiam,vejam o vídeo é uma aula,sobretudo no que se refere ao que chamamos periferia.


Ferréz: periferia perdeu a ilusão com Bolsonaro, mas ainda não se levantou

Debate com Ferréz, Esther Solano e Christian Dunker investiga a disputa de narrativas e por que o discurso do medo, do ódio e do conservadorismo triunfa

São Paulo – Até que ponto a “linguagem” popular, quase oral, das redes sociais teria sido o mais bem-sucedido propulsor do conteúdo de ódio que moveu a ascensão do conservadorismo? Em que medida o acesso das classes mais pobres a oportunidades – bens de consumo, empregos formais, ampliação dos estudos, profissionalização etc. –, antes só possíveis a integrantes da classe média e da elite branca, foi combustível da intolerância desse segmento da população incomodado com a ascensão de “indesejados”? Como a propagação em massa de conteúdos moralmente demagógicos contaminou o senso comum hegemônico a ponto de pôr em xeque o amadurecimento democrático e causar uma reviravolta na política e no funcionamento das instituições?
A busca de respostas a essas questões reuniu à mesma mesa, no seminário Democracia em Colapso?, sob o tema “Comunicação e Hegemonia Cultural”, três diferentes especialistas dedicados a investigar e entender o inconsciente e o conhecimento popular. O psicanalista Christian Dunker, professor da USP; a socióloga e pesquisada Esther Solano – que já conduziu pesquisas de campo para mapear a adesão dos segmentos populares ao bolsonarismo e já investiga a penetração da possibilidade Luciano Huck junto a essas classe –; e o poeta, escritor e estilista Ferréz, cuja obra é inspirada e alimentada por sua ligação umbilical com a periferia onde nasceu e de onde nunca saiu. A RBA, um dos veículos promotores do evento, esteve representada pela jornalista Cláudia Motta na mediação da mesa.
Para Ferréz – que após o debate concedeu entrevista à RBA –, a saída para fazer a disputa de narrativa na indústria cultural com o crescimento da ideologia conservadora é falar a língua do povo. Organizações, partidos e intelectuais de esquerda se distanciaram das periferias e dos setores mais populares, que ficaram à mercê do discurso conservador, de mais fácil compreensão. Discursos de ódio e moralismo propagado pelos pastores na televisão são exemplos de respostas de fácil compreensão. E nas periferias do país, que vivem num cenário violento, marcado pela precariedade dos serviços públicos, a democracia nunca esteve ao alcance das mãos.
Mais “Democracia em Colapso”

Breno Altman: a esquerda está virando o jogo na América Latina?

Entre Vistas com o ex-diretor do Inpe, Ricardo Galvão

Minha leitura política do filme Coringa

sábado, 19 de outubro de 2019

Bolivia decide


EVO POR TELESUR

TELESUR DÁ COBERTURA COMPLETA NESTE DOMINGO AS ELEIÇÕES  NA BOLÍVIA



Evo Morales supera con 18 puntos intención de votos en primera vuelta

http://bit.ly/2pCpWIm




Un reciente sondeo reveló que Evo Morales obtuvo 40 por ciento de preferencia, mientras que Carlos Mesa logró un 22 por ciento.

Una nueva encuesta develó que el candidato del Movimiento Al Socialismo (MAS), Evo Morales, lidera la intención del voto y se perfila como ganador en primera vuelta.

Morales, del Movimiento Al Socialismo (MAS), es el presidente que más tiempo estuvo al mando en la historia del país, por lo que tiene la posibilidad de extender aún más su Presidencia.

¿Qué se elige?

En las elecciones generales se elegirá presidente y vicepresidente, 130 diputados y 36 senadores para el período que va desde 2020 a 2025. A diferencia de otros países, en Bolivia las cámaras legislativas no se renuevan por partes sino en su totalidad.
Para ganar en primera vuelta, alguno de los candidatos debe lograr más del 50 por ciento de los votos válidamente emitidos o un mínimo del 40 por ciento con una diferencia de diez puntos frente a la segunda alternativa más votada.
En caso de no ocurrir, habrá una segunda vuelta en diciembre.

¿Cuántos votan?

Son poco más de siete millones los ciudadanos habilitados para votar para este domingo, concretamente un total de 7.315.364 personas.
De estas, 6.974.363 están habilitadas para votar en Bolivia, y 341.001 en el exterior del país.
La apertura e mesas está prevista para las 08H00 hora local (12H00 GMT) y tiene previsto cerrar a las 16H00 hora local.

Principales candidatos

Los principales sondeos dan como vencedor a la Presidencia al actual mandatario boliviano, con un 40 por ciento de los votos. Desde 2006, Morales está al frente de la nación, aplicando políticas que repercuten en el bienestar del pueblo e insistiendo en su idea: "La política es servicio, que no alcanza el tiempo para todo lo que hay que hacer".
El principal capital del oficialismo es su gestión económica, por lo que el eje de la campaña es el slogan "futuro seguro” y en la televisión hay spots que advierten sobre el riesgo de caer en una crisis como la argentina.


Como principales contendientes, aparecen las figuras del expresidente Carlos Mesa (Comunidad Ciudadana) y Óscar Ortíz (Bolivia dice No). Según las encuestas, Mesa sería el segundo después de Morales en las predicciones pero no puede asegurar conseguir una segunda vuelta. 
En tercer lugar está Carlos Óscar Ortíz Antelo, senador nacional y representante de "Alianza Bolivia", una suma de 'Bolivia dice no' y el Movimiento Demócrata Social. Oriundo de Santa Cruz y administrador de empresas, el hombre tiene un discurso estructuralmente liberal.

Violencia y desestabilización

Ante la posibilidad de que la ciudadanía elija nuevamente a Morales como el máximo mandatario de la nación, se han generado diversos actos de indisciplina y desestabilización durante la campaña contra los integrantes del MAS.
Por esta situación, Morales exhortó a la población a no plegarse a los intereses violentos y exhorta a la población a acudir a ejercer el sufragio de formas pacíficas y sin violencia.
Quienes intentan la violencia atentan contra la democracia, no contra el instrumento político. Pero el mundo ve de donde viene la violencia (...) vamos a seguir derrotando a los separatistas (...) y a los ´vendepatrias´", confirmó el jefe de Estado.

BOLÍVIA ATILIO BORON AR



 

Chilenos se mantienen en las calles, rechazan alzas de pasajes


É crítica a situação do Chile, será que Pinera consegue contornar?



Abaixo NODAL AR-http://bit.ly/2oX4pdE

Chile y su noche de brujas: el incendio espontáneo del modelo neoliberal – 

Por Paul Walder *
Tal vez el 18 de octubre se inscriba como un momento de levantamiento popular. O tal vez lo sigan otros momentos de mayor intensidad. Pero sin duda, a partir de este día algo cambió en Chile. El modelo neoliberal, hoy administrado por Sebastián Piñera pero amado desde Ricardo Lagos a Michelle Bachelet, está herido de muerte.
La declaración por parte del presidente del estado de emergencia, que faculta al ejército a restablecer el orden en Santiago, no resuelve el problema sino que lo agrava.
No es una coincidencia que a poco más de una semana de finalizadas las protestas en Ecuador, que obligaron a Lenín Moreno a echar pie atrás en el alza de los precios de combustibles, Santiago de Chile viva incidentes y manifestaciones similares.
El alza en las tarifas del ferrocarril metropolitano de Santiago provocó a partir del lunes una escalada de protestas que el viernes por la noche alcanzó una extensión e intensidad no observada durante el periodo post dictadura. En ambos casos hay una costura común: el modelo de mercado y las alzas como la gota que rebalsa una copa rellena de paciencia.
Primer acto: Las protestas comenzaron a inicios de esta semana por estudiantes secundarios organizados a través de las redes sociales para asaltar las compuertas del Metro. Acciones puntuales que con el paso de las horas y los días se extendieron por todas las estaciones de la red del ferrocarril. El éxito rotundo de las acciones, que gozó de una retroalimentación positiva y a gran velocidad, amplió de manera espontánea las acciones que se reproducen en intensidad y frecuencia.
Un segundo acto se abre con la intervención cada vez más ruda de los carabineros y la habitual violencia de las fuerzas especiales. Y es a partir de aquí que todo se desbanda. Si en un comienzo fueron estudiantes en un proceso de desobediencia civil, hacia el viernes los disturbios escalaron a barricadas en las calles, destrozos de escaleras mecánicas, incendios de buses, vehículos policiales, contenedores urbanos y estaciones del Metro.
Durante la noche ardía el edificio de Enel, una expresión sobre la verdadera naturaleza de la protesta. No son solo las tarifas del metro. Es un sistema basado en aquello que David Harvey llama acumulación por desposesión. Cada chileno siente que las grandes corporaciones le estafan un poquito cada día. Un hurto que se ha prolongado por décadas desde las tarifas de los servicios, los créditos usureros, el transporte, las pensiones privadas miserables, o el lucro en la educación y la salud.
En pocas horas la indignación se ha precipitado. Un país que el fin de semana parecía ordenado y sumiso, este viernes ha estallado de ira, de rabia acumulada por generaciones y traspasada a los adolescentes, como decantación de las frustraciones de sus padres, hermanos y abuelos.
Políticos de la alianza Chile Vamos han increpado a los jóvenes de protestar sin una causa propia en cuanto gozan de tarifas escolares rebajadas. La respuesta no se ha hecho esperar. Es una expresión de un dolor social acumulado por toda la larga historia del neoliberalismo chileno.
Al inicio de la primera década del siglo, durante el gobierno de Ricardo Lagos, otra generación de secundarios le reclamó por el sistema escolar vigente impuesto por la dictadura. Un primer aviso remecía por primera vez el modelo chileno, representado entonces como el gran paradigma de crecimiento económico y aparato de ascenso social.
Años más tarde otra generación de adolescentes movió nuevamente la brújula de las elites. A alguien, a más de uno estaban dejando fuera de escena. Aquella fue la revolución de los Pìngüinos que años más tarde, durante el primer gobierno de Sebastián Piñera a inicios de la presente década, retomó con nuevas demandas el movimiento universitario. En Chile, como en otros grandes movimientos, han sido los estudiantes quienes han empujado la historia.
Los incidentes del viernes 18 de octubre han sido los más intensos, espontáneos y extendidos de toda la transición post dictadura. La convocatoria a un cacerolazo realizada por redes sociales a las 18:00 horas tuvo una respuesta masiva en todas las estaciones del Metro a las 20:30. Decenas de millares de personas, la gran mayoría sin organización ni militancia conocida, pasaron horas golpeando latas y cacerolas en piquetes que detenían el tránsito.
Ante este levantamiento, que ha sorprendido al país porque no tiene detrás ni organización ni colectivo conocido, el gobierno solo atina con la amenaza. Desde inicios de la semana ha aumentado la presencia policial en las estaciones del Metro y los métodos de control. Este viernes en twitter aparecían videos de estudiantes heridas por balines o perdigones.
Piñera ha salido de la escena desde el miércoles. Este viernes, cuando la situación era ya difícil de controlar por la policía, el ministro del Interior, Andrés Chadwick, un pinochetista que se esfuerza por no parecerlo, instala en un patio en La Moneda un punto de prensa para anunciar que el gobierno invocó la ley de seguridad del Estado, que aumenta las penas a quienes alteren el orden público.
En poco más de cinco minutos y sin responder preguntas, Chadwick despachó lo que ya se intuía: la única estrategia del gobierno es la represión y no considera una revisión de las alzas de las tarifas. Pero se trata de una inútil estrategia comunicacional. A esas horas la red de Metro estaba cerrada, millones de santiaguinos intentaban buscar un medio para llegar a casa y la policía estaba totalmente superada. La intensidad de las protestas, de los millares de piquetes, de los incendios se extendían por toda la ciudad y sus barrios.
Un recuento realizado a primeras horas del sábado por las fuerzas militares estableció que
anoche hubo unos 300 detenidos, centenares de lesionados, decenas de vehículos
incendiados, una veintena de estaciones de Metro destrozadas, saqueos

Diplomatas do Brasil tentam impedir deputada do PSOL de denunciar Bolsonaro na ONU

Fernanda Melchionna (Reprodução/Facebook)


A revista FORUM traz matéria em que aponta a intervenção na ONU da deputada do PSOL Fernanda Melchionna questionando a participação do gooverno brasileiro no CDH tendo em vista  os abusos e ações de Jair Bolsonaro aos  direitos humanos,coisa que aliás a ONU bem sabe,todavia a diplomacia  bolsonarista de baixa qualidade, tentou intervir e o fez,contudo, ficou a denúncia, bem e para bom entendedor-mesmo se fazendo de surda- ONU., POUCAS PALAVRAS BASTAM! Acrescente-se que além da integração do Brasil ao CDH ele continuará integrando o conselho de segurança daquela instituição  e em assim sendo, ainda bem que temos a Venezuela integrando o dito conselho e seus representantes diplomáticos são de alto nível e poderão contrabalançar, contestando atitudes tresloucadas da diplomacia do Brasil.Não atoa a diplomacia brasileira não contestou a entrada do país latino.



Diplomatas do Brasil tentam impedir deputada do PSOL de denunciar Bolsonaro na ONU


Diplomatas brasileiros tentaram impedir a deputada Fernanda Melchionna (PSol-RS) de denunciar na Organização das Nações Unidas (ONU) os abusos e ações de Jair Bolsonaro contra os direitos humanos. A informação foi confirmada pela assessoria da deputada à Fórum.
Segundo relato do jornalista Jamil Chade, alinhados a Jair Bolsonaro, os diplomatas começaram a bater o martelo na mesa para tentar interromper o discurso da deputada, que aconteceu nesta quinta-feira (17) em uma reunião nas Nações Unidas dedicada ao papel do setor privado e de empresas na defesa de direitos humanos.
Em seu discurso, Fernanda afirmou que o governo de Jair Bolsonaro não tinha condições de ser candidato à eleição para mais um mandato no Conselho de Direitos Humanos da ONU, elecando diversas violações cometidas por seu governo.
“Gostaria também de lembrar que não houve consulta às comunidades quilombolas, impactadas pelo uso da base militar de Alcântara, que viola a Convenção 169. Há até uma denúncia feita pelos quilombolas aqui na ONU. Se falamos de povos indígenas, vários povos indígenas têm suas terras e sua própria existência ameaçadas pela ameaça da mineração por parte das transnacionais, com o conluio do governo brasileiro”, discursou a deputada.
“O governo brasileiro criminaliza defensores de direitos humanos. Gostaria de recordar que a vereadora Marielle Franco era tanto LGBTB como Defensora dos Direitos Humanos. Marielle foi brutalmente assassinada em Março de 2018 e até hoje não se sabe quem ordenou a sua morte. Não há resposta do governo”, denunciou.
“Diante de tudo isso, Senhor Presidente e representantes dos Estados, o governo do Brasil ainda quer ocupar um assento no Conselho de Direitos Humanos. Pergunto-me: com que moralidade? Embora o povo brasileiro o mereça, este governo não o merece. Temos um presidente que defende a tortura da ditadura e que omite casos de tortura em uma prisão do Estado do Pará e que ofende o alto comissário dos direitos humanos”.
Neste momento, os diplomatas brasileiros pediram a interrupção do discurso.
POR REVISTA FORUM

Bolivia en tranquilidad a pocos horas de elecciones generales


Fuertes protestas en Barcelona contra sentencia del "procés"





VEJAM M AIS NO RT RUSSIA EM ESPANHOL- CLIQUE NO LINK


https://actualidad.rt.com/actualidad/330558-huelga-general-cataluna-preguntas-entender-protestas

https://actualidad.rt.com/actualidad/330731-medio-millon-personas-salen-calles-cataluna